Ler ou não ler, eis a questão. Ler e reler, eis a solução!
Num país onde o hábito de ler ainda é restrito, qualquer contribuição para disseminá-lo será útil. Convido a todos se transformarem em leitores virtuais, junto comigo, compor as personagens destas páginas e descobrir a arte da essência de criar. Meu interesse é despertar curiosidades; ser uma ponte entre o leitor e as perguntas que vem fazendo sobre si e o mundo. Entre sem medo e tente virar a página da vida, onde fantasia, realidade e ficção se misturam num misterioso imaginário que nos permite sonhar.
O aluno do passado
Neste romance, com uma pitada de humor, personagens históricos e fictícios se misturam para que o leitor possa conhecer um pouco sobre a fundação de Porto Velho e Londrina; vivenciar as doidices e loucuras da Família Lima em cem anos de República junto às políticas governamentais de Deodoro da Fonseca a Collor de Mello; explorar curiosidades dos “primeiros” acontecimentos marcantes do país e das trágicas guerras mundiais; acompanhar a evolução da educação, a luta dos estudantes para construir a UNE; fazer uma viagem de volta no tempo por Manaus, Curitiba, Ponta Grossa, São Paulo, Rio de Janeiro e descobrir como um aluno se tornou milionário ao mandar os candidatos à presidência irem “plantar batatas”, além de outras coisas que não foram aprendidas nos bancos das escolas.
Dossiê Eros – Vol. II (e-book)
Temática Erótica - Sensual
Ed. FênixArt
Com 36 autores selecionados para compor o projeto E-Coletânea Dossiê Eros, que chega à sua segunda edição, como sendo um convite à experiência estética, um refúgio para quem acredita que a literatura é também corpo, pulsação e liberdade. Os textos, aqui apresentados, são ousados e transitam entre o sensível e o provocador, o poético e o carnal, entregando ao leitor obras que celebram o erotismo em sua pluralidade e agora fazem parte deste dossiê literário, com a finalidade de abrir asas ao desejo e dar voz à arte erótica. O poema: Fome de sexo (pág. 30), diz que o prazer sexual é diferente da compulsão e, quando o desejo e a atividade sexual se tornam exagerados, podem prejudicar muito a vida da pessoa, levando a comportamentos e pensamentos obsessivos. Leiam, excitem-se, sensualizem e pratiquem, mas tudo com moderação!
(Este exemplar pode ser lido on-line ou baixado em PDF. Disponível também para assinantes do Scribd – recomendado para maiores de 18 anos).
Epifanias: Antologia Poética
(e-book)
Cleópatra Cartonera
Esta obra, fruto da “Revista Literária Epifania”, com 3 edições publicadas em 2025, nasce como celebração sensível dos instantes reveladores que atravessam a experiência humana, reunindo talentos dignos de um mosaico de vozes, olhares e emoções que encontram, na poesia, sua forma mais íntima de expressão. Mais do que um conjunto de poemas, é um convite ao leitor para o reconhecimento do cotidiano, ao deixar-se tocar pelas pequenas grandes revelações da vida. Sinta-se convidado a ler o poema: Cruel amor (pág. 19) e os demais, com garantia de diversidade e potência estética dos selecionados.
1.ª Coletânea de Textos Rejeitados
Contos & Poesias
Artistas BR
Esta coletânea é fruto da chamada: “desClassificados Concurso Literário”, cuja condição exigida era que a obra inscrita houvesse sido desclassificada em algum concurso. Foram escolhidos 50 trabalhos pelo critério de diversidade de concursos, com a intenção de apresentar obras que, recusadas por jurados especializados, talvez jamais chegassem ao crivo popular. Aqui, pretende-se que o público leitor faça este julgamento e atribua o real valor ao que foi rejeitado. Entre os textos, encontra-se a poesia: Poeiras descontroladas, não selecionada no 2.º Concurso Literário: “Cidade Poema – Bagunçando Esse Fubá”, realizado em Santa Rita do Passa Quatro – SP.
Literatura Animalista
Somos o começo da revolução!
(e-book)
Cleópatra Cartonera
O Coletivo Animalista nasceu do encontro de vozes que passaram a ocupar um espaço essencial na Revista Animalista para fazer da arte uma ferramenta de luta e transformação. Com esta antologia poética ampliaram seus horizontes e suas vozes, convidando autores comprometidos com a causa animal para partilhar versos que ecoam dor, beleza, indignação, memória e esperança. Nesta obra, encontra-se o poema: Desabafo natural (pág. 30), que junto aos demais é um convite a reimaginar nossa relação com as demais espécies e um manifesto pela vida em todas as suas formas.
Revista LiteraLivre – Vol. 10 – n.º 56
A LiteraLivre, nesta edição, celebra aquilo que a define; o encontro de vozes, estilos e sensibilidades que atravessam fronteiras e se unem pela força da palavra, com poemas, contos, crônicas e outras expressões artísticas, compondo um mosaico diverso e vibrante, fruto do talento de autores de diferentes partes do mundo. Este talento também pode ser percebido no poema:
O encontro do Sapucaí com o Verde (págs. 21 e 22), quando os rios se unem para formar o curso do Grande nos vales das Gerais. Aqui, cada página carrega não apenas histórias e sentimentos, mas também a essência de uma comunidade que cresce a cada edição.
Revista Barbante – n.º 159
Há dias em que o cansaço se torna linguagem. Vivemos tempos em que a pressa é quase uma teologia cotidiana. Exige-se produção, resposta, presença constante. A literatura sempre soube disso. Quanta vezes os grandes textos nasceram não da euforia, mas do esgotamento, da dúvida, da travessia interior. Escrever, ler, pensar são formas de costurar o invisível, de buscar a palavra não encontrada e, por vezes, a palavra mais verdadeira é aquela que nasce cansada, mas sincera. A Barbante é fiel a essa essência. Assim, vencendo o cansaço estão os poemas: Condenados (chamada de capa) e Sem aversão (págs. 51 e 52), escritos com sinceridade e a mais pura verdade.
Revista Barbante – n.º 157
Celebrar a poesia é, em última instância, celebrar a própria vida em sua dimensão mais sensível e profunda. A Barbante nasce e renasce a cada edição porque existem poetas e, existem poetas, porque ainda há quem sinta o mundo com intensidade, quem se permita escutar o silêncio, quem transforme inquietações em linguagem. A poesia, em sua natureza mais essencial, atravessa fronteiras; ela é literatura, filosofia, teologia, uma ponte entre os que acreditam ser ela uma forma de existir com mais verdade. Nesta ponte está o poema: Íris (pág. 34 e 35), atravessando de mãos dadas com outros poetas felizes, mesmo diante das incertezas
Mês do Livro


